Chega uma hora que a armadura pesa
E o corpo se entrega pelo cansaço
Quando a alma almeja por um respiro.
Desde cedo fomos ensinados a sermos fortes,
Mas ninguém explicou sobre as nossas emoções,
Nossos medos e desejos.
Enquanto estamos em plena batalha, tudo parece automático
Num reflexo instintivo, seguimos em frente.
Até que um dia, o corpo grita, a mente cansada força uma parada.
Em pleno retiro, nos sentimos perdidos, sem saber como agir.
Que lugar é esse tão diferente que a gente desconhece?
O nosso eu interior chega com tudo para mostrar um novo mundo,
Aquele que trancafiamos há tempos para seguir adiante.
Agora, sem ter para onde ir, olhamos para os lados, tentando entender que uma nova era se desenha.
Não é preciso mais armadura, agora é necessário autoconhecimento.
Pela primeira vez, nos vemos humanos, sensíveis, em busca de um abrigo, um conforto, um ouvido, um sorriso.
A humanidade clama por atenção, a batalha agora é outra, interna, silenciosa e muda.
Que a gente possa, por um momento, olhar o outro e ser apenas ouvinte, um amparo para uma batalha silenciosa que carece apenas de um olhar amigo.
Tânia Gorodniuk
www.tginspira.com.br
Que lugar é esse tão diferente que a gente desconhece?
O nosso eu interior chega com tudo para mostrar um novo mundo,
Aquele que trancafiamos há tempos para seguir adiante.
Agora, sem ter para onde ir, olhamos para os lados, tentando entender que uma nova era se desenha.
Não é preciso mais armadura, agora é necessário autoconhecimento.
Pela primeira vez, nos vemos humanos, sensíveis, em busca de um abrigo, um conforto, um ouvido, um sorriso.
A humanidade clama por atenção, a batalha agora é outra, interna, silenciosa e muda.
Que a gente possa, por um momento, olhar o outro e ser apenas ouvinte, um amparo para uma batalha silenciosa que carece apenas de um olhar amigo.
Tânia Gorodniuk
www.tginspira.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário