O mundo sempre foi barulhento e, a partir do momento em que você decide algo, o contrário se faz constante.
Se decidimos por um estilo de vida diferente, em segundos tudo lhe é oferecido para ir contra o que você decidiu.
Antes de ser alguém, você é a sua essência, seus valores, suas crenças. Ao longo do tempo, algumas coisas podem se transformar, mas a sua base, esta é para sempre.
Tudo precisa estar alinhado para funcionar perfeitamente, assim somos nós.
Se não houver clareza, conhecimento, serenidade, nada flui no rumo correto.
Não importa aonde vá, o que faça, o mais importante é manter a sua paz.
A paz ilumina, abre caminhos, amplia o horizonte e nos faz ser mais.
Aos 30, começa a perceber que a vida tem outras prioridades
Aos 40, descobre que tudo o que achamos importante nada vale, é só material. Após os 50, percebemos que o importante é o que cabe dentro de nós e que prioridade é ser luz.
O espiritual chega com tudo e revoluciona,
Detona nossas crenças,
Muda nossos valores
E nos ensina a ser feliz.
Ser feliz com um abraço,
Se realizar com um beijo...
Perceber que o seu tudo
É tudo o que sente
E guarda para sempre em seu coração,
Este é o seu tesouro maior e intocável.
Uma folha que cai,
Uma flor que desabrocha,
Um pássaro que canta,
Um arco-íris que ilumina,
Uma chuva que refresca,
Uma nuvem que passa,
Uma borboleta que voa
Ou um vento que sopra...
São presentes divinos
Que nos fazem sentir o prazer de viver,
Cada dia visualizando um novo espetáculo.
Quando a gente vive sentindo cada parte do corpo pulsar
Por que será que guardamos tudo em nossos corações? Guardamos amores, ódios, rancores, mágoas, felicidade, enfim tudo.
Todos deveríamos escrever um diário de vida e assim perceber o quão maravilhosa é a trajetória de cada um. É maravilhoso compartilhar experiências, dividir para entender melhor o que vivemos. Quando você sabe o que os outros passaram, não se sente isolado ou excluído e acaba se sentindo uma pessoa normal.
Há uma grande necessidade de dialogar, falar com alguém, nem que seja apenas para jogar uma conversa ao vento. Ao mesmo tempo, esta conversa aproxima uns dos outros, nos faz felizes, nos sentimos parte de algo em comum.
Será este o "X" da questão para um mundo melhor?
As pessoas andam agressivas, qualquer coisa é motivo para estourar.
A humanidade clama por atenção e carinho, por que ninguém vê?
Fechamos os olhos para muita coisa como se não fosse conosco, mas é. Precisamos fazer algo, cada um faz a sua parte e chegaremos a um objetivo juntos.
Construiremos hoje o mundo de amanhã para nossos filhos, familiares e amigos.
Vamos começar? Cada um em seu lugar, em seu espaço, até que um dia todos estejam na mesma sintonia e o mundo seja apenas um só pulsar, um som sorrir, um só amar.
A cada amanhecer, a gente escolhe o que comer, o que vestir, como andar, como falar...
A todo instante, a vida pede uma decisão.
No modo automático, tudo parece fluir, mas quando há algo inesperado, tudo paralisa, tornando-se difícil decidir.
A vida pede leveza, fluidez.
Inspire-se na força da água, flua, contorne os obstáculos e siga em frente.
Carregue o que te faz e deixe o que pesa.
O amor te deixa leve, fazendo a felicidade te abraçar e, quando percebe, ser é tão simples que a vida incrivelmente flui, sem pressa, sem tempo, no seu momento, do seu jeito.
Perdoar-se é reconhecer algo, é refletir sobre os atos em busca da evolução.
Aceitar que o outro não é você, não pensa e não age como você, muito menos entenderá suas razões, seus valores, suas dores, suas crenças, seus amores ou a sua fé.
Reconhecer-se como ser único, divino e digno da felicidade em sua missão.
Assimilar dentro de si mesmo os próprios limites, que todos temos qualidades e também defeitos, arestas a serem trabalhadas.
Não julgue, não questione, não delire.
O que você vê é apenas uma pequena parte de um todo, e este você levará muito tempo para enxergar, só o verá se estiver disposto a conhecer.
Ame sempre e entregue-se ao prazer do conhecimento.
Limpe, lave, perdoe Abra espaços Crie caminhos Para a felicidade chegar.
Somos todos aprendizes neste mundo passageiro.
O perdão é uma ação interna que gera clareza e leveza para caminhar.
Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o mestre:
- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
- Repare nas flores, continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.
A vida te ensina a cada dia a viver, construir, conquistar, mas ninguém te ensinou a ser, bancar o que sente, se orgulhar do que é, enaltecer a sua essência.
Todos somos humanos, com almas divinas distintas, únicas em seu caminhar.
Cada gosto, um sopro, Cada olhar, um horizonte, Cada refletir, uma ponte, Cada despertar, um novo caminho.
Não há certo ou errado para uma vida em construção,
A toda hora tudo se transforma e a cada toque a sua essência se ilumina.
Somos o que somos, o que viemos para ser, uma luz que ilumina, uma alma que vibra num corpo que reluz.
Cada um é um, e como ser único, aprende e ensina, agrega e compartilha, construindo um mundo melhor.
A cada olhar, uma nova reflexão, a cada toque, uma nova ação. A cada gesto, há um novo movimento em que sentidos e sentimentos são acionados para lembrarmos do que somos feitos. Por fora, uma dura armadura, mas por dentro uma maleável doçura que nos faz.
Quando olhar para o mundo, observe o profundo, o que está além, escrito nas entrelinhas. Quem vê um corpo enxerga a estrutura, mas quem sente uma alma percebe toda a trajetória para a sua construção.
Somos o que somos, perfeitos e imperfeitos, completos e incompletos, buscando manter o que somos em nossa essência.