quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Vivemos aprendendo a nos conectar, mas será que aprendemos a desconectar?


Desde que nascemos estamos interagindo com o mundo, com as pessoas.

Aprendemos a se conectar com a família, depois com a escola e futuramente na vida profissional.

Estamos sempre dialogando, expressando nossos pensamentos, dividindo conhecimentos, agregando novos conceitos, ampliando nossos valores.

Partindo desta vasta experiência afirmamos que quanto à conexão estamos bem.

Mas e desconectar, será que sabemos? Será que alguém nos ensinou?

Já que somos energia e que emitimos ondas através do nosso pensamento, posso dizer que temos uma frequência, assim como o rádio, diria que somos um Wi-Fi constantemente aberto.

Captamos tudo por onde passamos e quando sentimos ecoamos o nosso sentir.

Louco não?

Vamos a um exemplo prático:

Precisamos de uma resposta para um projeto ou trabalho. Enviamos uma solicitação e o que fazemos depois? Desconectamos? Não.

Parece quando colocamos algo para imprimir e ficamos olhando a folha sair, assim não dá!

Fez o seu trabalho? Fez a sua parte? Ok, hora de desconectar.

Quando a gente desliga damos vazão para que tudo aconteça, deixamos "a coisa rolar" como dizem.

Imagina você escrever uma carta, levar ao Correio e ao entregar ao funcionário ficar segurando e não deixar que ele envie, assim a gente trava o processo.

A vida é sábia, feita de várias conexões, enquanto umas conectam, outras desconectam para assim interagir entre si.

Não deixe o seu Wi-Fi aberto, limite ao que importa, priorize.

Aprenda a libertar, a entregar o seu pedido confiante no trabalho que fez.


Tânia Gorodniuk


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