sábado, 8 de julho de 2017

Um grão de feijão.


Um grão de feijão.

Um grão.

Pequeno, quase imperceptível.

Um belo dia enquanto a senhora escolhia o feijão para cozinhar, um grão caiu no chão e rolou até o quintal.

Depois de alguns dias sozinho, embaixo de chuva e sol, germinou.

Aprofundou suas raízes, cresceu, floresceu.

Agora ao invés de um grão apenas, tornou-se vários.

Assim somos nós.

Um belo dia jogados ao vento, nos fortificamos e florescemos em plena solidão.

Nesta hora o aprendizado chega, o conhecimento aflora e a gente entende que foi preciso ser semente para depois virar flor, colher o fruto do mais puro amor.

Um grão pode parecer pequeno enquanto for um, mas ao duplicar descobre a magia de ser espelho: iluminar quem chega e provar para quem vai que sempre é tempo de florescer.

Tânia Gorodniuk



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