segunda-feira, 22 de maio de 2017

Um querer, um sopro, uma luz...



Que numa curva qualquer
Num simples sopro
A alma aconchegue no corpo
O que a faz.

Que o Sol aqueça
Que a Lua permeie
Que a chuva inunde
Que o vento abrace
Que a brisa toque
Enquanto o sentimento enlace
Na doce festa dos sentidos
O que há tempos ficou escondido.

Que numa curva qualquer
A vida surpreenda
O Universo presenteie
O que na alma vibra
O que no corpo floresce
A cada amanhecer.


Tânia Gorodniuk



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