quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O nosso papel é equilibrar a mente e o coração enquanto o corpo vive em uma alma que se transforma.


Ganhamos no corpo um sopro
Uma luz que nos faz caminhar, nossa doce alma
E para entreter neste viagem
Ganhamos como bagagem um coração, um cérebro e uma corda bamba.

Enquanto um pulsa, se diverte, dança
O outro reflete, questiona, pondera e quer tudo entender.

O corpo parece um "joão bobo" tentando se equilibrar
Nesta corda viva que é a vida.

E como seria esta vivência entre eles?

Vou contar apenas um trecho, uma parte entre tantas outras que acontecem:

Tem dias que a mente pensa em desistir
Cansada de tentar e tentar
Procurar caminhos e nunca encontrar
Então silencia
O coração desesperado com a quietude interior
Grita "mais Amor".
Busca no livro das mémorias um breve história
Que a reanime
Que a faça compreender que tudo passa.

Sem medir esforços
O coração dança, canta, balança encenando tudo o que passou
A mente sorri
Uma luz acende e ela compreende que é preciso seguir
Não dá para ficar parada numa corda que se movimenta.

Inebriada por tudo que já foi decide tentar outra vez.

O que seria da vida se não fosse viver assim
Numa eterna montanha russa
Que tem instantes que assusta
Mas em muitos encanta, surpreende e nos faz?

Quando tudo parecer sem chão
Flutue e perceba lá do alto a beleza que a vida é
Assim, imperfeita, cheia de mistérios, repleta de surpresas
Que nos encontram enquanto mantemos a fé.


Tânia Gorodniuk





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