sexta-feira, 27 de maio de 2016

A arte de fazer conexões.



Nascemos fazendo a conexão entre o mundo físico e espiritual.

Vivemos na conexão entre corpo e alma.

Mantemos dia a dia a conexão entre mente e coração.

Vivemos buscando uma conexão entre nós e o mundo, um lugar para interagir, ser.

Constantemente, mesmo sem perceber, fazemos a conexão mental com algo ou alguém. O nosso cérebro não pára, está sempre buscando informações, aprendizados, conhecimentos, lógicas, razões para tudo o que acontece.

Fazemos diariamente a conexão entre amigos, familiares, seja em casa ou no trabalho, estamos sempre buscando algo que nos conecte ao que somos e o que sentimos, ao que vemos e tocamos.

Não basta sentir é preciso interagir, tocar do lado de fora o que nos faz.

Queremos "trocar figurinhas", dizer o que pensamos e ouvir o que ainda não pensamos.

Somos seres em constante reflexão, queremos sempre mais e mais.

Mais informação, mais conexão, mais sobre tudo.

Mas será que estamos nos preparando para receber isto tudo?

A conexão se faz um a um, pouco a pouco, como alimento, uma porção por vez.

É preciso digerir, assimilar, compreender, usufuir, agregar e viver, só depois passar para o próximo passo.

Na ânsia de querer tudo, pouco se interioriza, pouco se usufrui e por isso a vida parece trazer novamente o que a gente "acha" que já sabe, mas não compreendeu na verdade.

Fazer conexão é unir, somar, agregar e usufruir do conhecimento apreendido.

Conhecimento é pleno movimento, é a vida em constante interação. Ela não pára, pulsa tocando um a um, vivendo entre a mente e coração.

A vida é pura conexão, interação entre nós e o mundo.


Tânia Gorodniuk


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