domingo, 13 de dezembro de 2009

Amor de cachorro



Assisti ao filme "Marley e eu", como todo bom trabalho traz uma reflexão, fiquei pensando na definição dada no filme para o amor de um cão. Era mais ou menos assim: um cão dá tudo o que tem de melhor, sem esperar nada em troca, está sempre solícito, quando mais precisa ele está ali, pronto. E mesmo quando você não pede ele está lá em prontidão esperando sua voz de comando. Para o cão não existe rico ou pobre, feio ou bonito, só existe aquele a quem ele designou o seu amor.

Parei para refletir e descobri que esta definição nada mais é do que o mais pura, genuína, definição bruta do que é o amor.

Quando a gente ama não há rostos, nem vestimentas, nenhum acessório.
Quando a gente ama, simplesmente ama o objeto desejado.
O amor não espera volta
O amor não requer nenhum movimento
Mas ele está ali, firme e forte
Pulsando como um coração, aliás com todo o coração
O amor sente, ri, chora, canta
O amor vive cada momento com paixão
O amor é uma teia que nos prende sem pedir permissão.

Ah, esse amor...
Às vezes nos deixa loucos, e como loucos tentamos entendê-lo
Perda de tempo, porque o amor é assim
Algo inexplicável, porém vibrante, marcante, que veio para ficar.

Ame enquanto puder e deixe a emoção fluir em seu peito.

Uma vida com amor tende a ser muito mais feliz!


Amor é um pedaço do coração que voou para viver em outro ser.



Tânia Gorodniuk



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